BLOG DO DR. FREDERICO CHATEAUBRIAND

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quinta-feira, 25 de março de 2010

PROJETO SEMÁFORO SONORO


Tenho sempre observado a luta dos cidadãos deficientes visuais em busca de terem seus direitos plenamente atendidos. Mas sei que ainda falta muito para que sejam tratados como merecem. Tenho uma grande preocupação social com os deficientes, seja visual, físico, mental ou auditivo. Tenho lutado para que todos estejam incluídos de forma digna na sociedade.


Este é o objetivo principal deste Projeto.


O Art 1° deste Projeto obriga o Poder Executivo a implantar semáforos sonoros ou sinais sonoros nos semáforos já existentes. Dessa maneira, o cidadão deficiente visual não precisará contar com o socorro de outro pedestre para o simples ato de atravessar a rua, mantendo assim, sua independência e sua dignidade.


O Projeto prevê ainda que o Poder Executivo realize campanhas educativas dando aos deficientes visuais, aos motoristas e demais pedestres orientações quanto ao funcionamento do semáforo sonoro.
Dessa maneira, esperamos contribuir de maneira significativa com a população de nosso município.
Leia reportagem sobre funcionamento de semáfors sonoros em Porto Alegre nesta página:


PROJETO - VACINAÇÃO

Hoje em dia as vacinas contra gripe em nosso município são Este Projeto inclui no calendário municipal de vacinação contra gripe são aplicadas somente em pessoas com mais de 60 anos. Mas o grupo de risco, quando se fala em complicações por causa da gripe, vai além da terceira idade. Crianças entre 6 meses e 2 anos, deficientes físicos e mentais, portadores de imunodefiências e portadores de doenças crônicas também fazem parte do grupo que costuma apresentar complicações com a gripe.
Por esse motivo, criei um Projeto de Lei que inclui esses grupos no calendário anual de vacinação contrua o influenza, vírus causador da gripe. Já dada entrada na Câmara Municipal, aguardamos votação.

quarta-feira, 24 de março de 2010

PROJETO SOBRE DOAÇÃO DE SANGUE



Há tempos venho observando a relutância de muitas pessoas quando o assunto é doação de sangue. Na maioria da vezes por falta de conhecimento. Algumas pessoas pensam que vai lhes fazer mal, ou que pode contrair doenças ao fazer a doação, ou que dói muito, ou que tem um tipo sanguíneo tão comum que não fará diferença.
O fato é que por falta de conhecimento sobre o assunto, muitas pessoas deixam de doar, e o resultado disso é o que vemos: frequentemente nos hospitais públicos, principalmente, cirurgias são canceladas por falta de sangue no estoque, já que são priorizados os casos de emergência; e até mesmo esses atendimentos são prejudicados.
O meu Projeto prevê a criação da Semana Municipal da Doação de Sangue, onde o Poder Executivo, através das escolas públicas e órgãos municipais, levará à população esse assunto, procurando sanar as dúvidas existentes e aumentar o número de doações.

terça-feira, 23 de março de 2010

SEMANA EDUCATIVA DA NUTRIÇÃO INFANTIL

Esse Projeto que tem por objetivo diminuir os índices de desnutrição e obesidade infantil, assim como promover o pleno desenvolvimento da criança, que é inteiramente influenciado pela alimentação.
Criança bem nutrida não é criança gorda. Obesidade não é saúde. Além disso, é crescente o número de crianças com diabetes e colesterol elevado, como consequência de maus hábitos alimentares, que muitas vezes começam desde muito pequenos. Essas crianças se tornarão, na maioria das vezes, adultos obesos ou desenvolverão doenças relacionadas à falta de vitaminas, gerada pela alimentação desequilibrada.
Por outro lado as crianças desnutridas, de baixo peso, terão seu desenvolvimento afetado pela carência vitamínica: baixa estatura, problemas de visão, tendência à hemorragias, etc. Além dos problemas de saúde, a desnutrição gera ainda déficit de aprendizagem, dando à estas crianças um futuro incerto.
O fato é que a Semana Educativa da Nutrição Infantil deverá ser trabalhada em escolas públicas, com as crianças e com os próprios responsáveis, em postos de saúde e hospitais públicos, e em outros órgãos públicos, através de distribuição de folhetos explicativos, com a presença de profissionais de saúde capacitados a orientar e esclarecer as dúvidas da população em pontos estratégicos.
O Projeto se encontra atualmente em trãmite na Câmara Municipal de São Gonçalo. aguardando votação.

PROJETO - CESTAS BÁSICAS

PROGRAMA DE CESTAS BÁSICAS PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO
Este Projeto de Lei visa beneficiar os portadores de diabetes ou intolerância à lactose, de baixa renda. Esses pacientes tem a necessidade de consumir alimentos especiais, e sofrem com a falta de recursos para comprá-los. Os pacientes diabéticos não podem consumir açúcar. precisam consumir produtos dietéticos, além de uma alimentação saudável e equilibrada.; Já aqueles que tem intolerância à lactose não podem consumir nenhum produto que tenha leite de vaca, como manteiga, biscoitos e bolos, além de iogurtes, etc. Seu consumo limita-se a leites especiais, como o leite de soja e produtos fabricados com ele.
Nosso Projeto visa promover a saúde desses pacientes, através do fornecimento de alimentos próprios às suas necessidades. O Projeto prevê que a Secretaria de Saúde Municipal deverá cadastrar os pacientes, que mensalmente retirarão suas cestas em postos credenciados para esse fim.

CHUPETAS X CRIANÇAS

As chupetas encontradas no mercado podem ter diferentes modelos e funções, mas basicamente são formadas por um bico, um escudo e um puxador.
O bico pode ser ortodôntico (aquele achatado) ou convencional, que é redondo. Pode, ainda, ser de borracha (látex) ou de silicone.
O escudo, que é a aba, pode ser de material rígido ou flexível.
Borracha ou silicone?
Quando um dos pais apresenta tendência a qualquer tipo de alergia, opta-se, geralmente, por uma chupeta de silicone para o filho. Contudo, é preciso ficar atento porque o silicone é um material menos resistente às mordidas. Ou seja, existe o risco da chupeta se partir e o bebê engolir um pedaço.
Na hora da compra verifique todas as informações da embalagem e guarde-as para eventual consulta posterior. Deve conter informações de preparo para o uso, manutenção e segurança da chupeta, bem como a faixa etária e a posição correta de uso (nos modelos ortodônticos). E, ainda, todos os dados do fabricante, importador ou distribuidor e o telefone de Serviço de Atendimento ao Consumidor para contato em caso de dúvida ou problemas com o produto.
Se acontecer algum problema com a chupeta adquirida, o Código de Defesa do Consumidor garante o prazo de 90 dias para reclamar a troca do produto, ou obter um abatimento do preço ou, ainda, receber o dinheiro de volta, dependendo do ocorrido e da disponibilidade do produto.
Não esqueça também que a reclamação deve ser feita dentro do prazo legal e através de carta com aviso de recebimento – AR – ou por protocolo, com cópia, na empresa, pois somente assim o prazo da reclamação será interrompido até que o fornecedor dê uma resposta negativa ou resolva efetivamente o problema. Se a reclamação for por telefone, anote o nome do atendente e o número da reclamação.
Caso o fornecedor, o distribuidor ou o próprio fabricante não resolva o problema, será preciso entrar na justiça para reaver o prejuízo ou eventual indenização. Para isso, quanto mais documentado o consumidor tiver, melhor. Guarde todos os comprovantes, notas fiscais, propaganda, cartas, protocolos etc.
O que diz o INMETRO (Norma NBR 10334):
Sobre a Embalagem Toda embalagem deve conter as seguintes recomendações, nesta ordem de prioridade:
a) ferver a chupeta antes de usar;
b) não colocar laços ou fitas para prender a ponta da chupeta ao pescoço;
c) examinar regularmente, jogando-a fora quando estiver danificada;
d) não mergulhar a chupeta em substâncias doces, para prevenir cáries.

Além disso, de acordo com a norma, a embalagem deve conter os dizeres:
a) "Esta chupeta está de acordo com a NBR 10334"
b) o nome e/ou símbolo e C.G.C. do fabricante.
Material A distância entre o bico e o início do furo de ventilação exigido é de 5 à 6mm. A inadequada distância entre o bico e o início do furo de ventilação pode provocar asfixia da criança caso venha a engolir a chupeta. O disco também não pode apresentar rebarbas que são consideradas como pontas agudas que podem cortar peles muito delicadas.

CRIANÇAS E PRAIA

Verão e calor são os melhores cartões de visitas para a praia. Mas em excesso prejudica a saúde, principalmente das crianças. A praia requer cuidados redobrados com sol, vestuário, alimentação e acidentes.
O sol tem papel importante na absorção de cálcio e formação da vitamina D pelo organismo dos pequenos. A atenção fica para o horário. As crianças não devem tomar o sol das dez horas da manhã até as quatro da tarde, período que os raios solares causam queimaduras e são extremamente perigosos.
Como a pele dos bebês é muito sensível, filtros solares não são recomendados até o sexto mês de vida. Nesse caso, o fator de proteção pode ser feito através do uso de roupas leves, sombras e pegar sol durante 20 ou 30 minutos por dia, nunca entre as dez da manhã e quatro horas da tarde.
As crianças com mais de seis meses devem usar filtro solar com proteção 30 (FPS 30) ou mais adequados para a idade. Não se deve usar um filtro solar de adulto. Atualmente existem produtos específicos para as crianças.
Com o relógio apontando para um horário adequado para o banho de sol e com o filtro solar na mão, a aplicação do filtro solar nas crianças deve ser feita 30 minutos antes da exposição ao sol e reaplicado a cada duas horas ou a cada mergulho no mar, mesmo que o produto seja resistente à água. Não se esqueça de lugares como orelhas, pés, canela e lábios.
Devemos lembrar que mesmo as crianças que estão debaixo do guarda-sol podem receber a luz do sol refletida na água ou na areia e que em dias nublados ainda existe o perigo dos raios solares. Portanto, respeitar o horário, usar filtro solar e outros protetores como boné, camiseta, guarda-sol e quando possível óculos de sol são medidas que garantem maior proteção.
Bastante líquido - Devido ao calor, a sudorese (suor) aumenta, podendo provocar desidratação. Uso de roupas leves, boa alimentação e ingestão constante de líquidos devem ser providências tomadas.
As roupas das crianças devem ser confortáveis, de algodão e finas. Sungas e biquínis são os trajes ideais, mas devem ser retirados logo. O hábito de ficar com a roupa molhada após sair da praia favorece o surgimento de micoses da pele.
Outro recado: não deixe os pequenos na praia sem roupa. O contato com a areia ou cadeiras sujas também pode trazer problemas de pele.
Para evitar intoxicação alimentar e desidratação com diarréias e vômitos, não deixe seus filhos se alimentarem de frituras, alimentos de origem desconhecida ou sanduíches com maionese que podem conter bactérias. Esqueça espetinho de camarão, pastel, entre outros petiscos oferecidos.
Leve frutas e faça com que as crianças ingiram muito líquido, pelo menos dois litros, como água, sucos e água de côco.
Não podemos nos esquecer do cuidado redobrado que devemos ter com o mar. As crianças normalmente adoram, mas não tem noção do perigo que o mar representa. Nunca deixe os pequenos irem ao mar sozinho mesmo que saibam nadar. Fique só na beirinha. Leve sempre uma bóia ou colete salva-vidas para evitar qualquer susto. Para amenizar a ida das crianças ao mar, deixe uma piscina de plástico ao seu lado na areia, de preferência sob o guarda-sol.
Crianças que já começaram a andar devem estar identificadas com uma pulseira caso se percam. Para as crianças maiores mostre alguma referência do lugar onde estão quando chegarem à praia, assim localizarão com mais facilidade. Se todos os cuidados forem tomados, a praia será um lugar de diversão certa para os pequenos e não lugar de dor de cabeça.

Dicas
0 a 3 anos – Fundamental é respeitar o melhor horário para tomar sol, nunca entre as dez da manhã e quatro da tarde. O efeito do sol é cumulativo e pode trazer envelhecimento precoce e câncer mais tarde.
3 a 6 anos – Não deixe as crianças sozinhas na praia, use filtro solar com FPS acima de 30 e as identifique com pulseiras.
6 a 9 anos – as crianças já são um pouco mais independentes, mas nem por isso tem noção dos perigos do mar, sol e má alimentação. Converse e explique os motivos da proteção adequada.

10 DÚVIDAS SOBRE CÓLICAS

1 - É comum o bebê ter cólicas?
É comum e esperado. O período mais crítico é entre os 15 e os 45 dias, mas pode acontecer até o terceiro mês de vida do recém-nascido. Em geral, as cólicas aparecem sempre no mesmo horário. 2 - O que fazer quando o bebê começa a chorar?
A primeira coisa a fazer é observar. O choro é uma forma de comunicação do bebê. Reflete também uma questão comportamental. Muitas vezes os recém-nascidos choram porque se sentem inseguros no ambiente que estão apenas começando a conhecer. Os pais precisam lembrar disso na hora do choro e devem tentar se acalmar. A tranqüilidade deles é benéfica para o bebê.
3 - Como saber se o choro é por cólica?
A descoberta é por eliminação: se o bebê chora, a primeira opção a ser considerada é fome. A segunda e a terceira também. Depois, a indicação é verificar se ele está com calor, frio ou se fez cocô ou xixi. Cólica vai para o fim da lista.
4 - Por que ocorrem as cólicas?
A imaturidade do sistema digestivo é a explicação fisiológica. Essa condição implica movimentos reflexos (sem controle) de contração e relaxamento, que podem resultar em gases e levar à cólica. A tensão ou o estresse do ambiente podem ter influência, acentuando o sintoma. Aos poucos o organismo da criança vai regularizando o mecanismo, assim como acontece quando ela aprende a andar ou a falar. O movimento do intestino também precisa de um tempo para se coordenar. Para o bebê, tudo é novidade. Nem eliminar gases ele sabe. Apenas sente o incômodo e chora.
5 - É recomendado o uso de chás ou remédios fitoterápicos como a funchicória?
Não há qualquer comprovação científica de que os chás ou a popular funchicória tenham eficácia no combate às cólicas. Eles podem até fazer o bebê parar de chorar, mas é porque a atenção dele foi desviada para uma sensação nova no paladar. Esse seria um efeito placebo. A indicação de qualquer medicamento para cólicas só pode vir do pediatra.
6 - As massagens e o uso de bolsa de água quente funcionam?
A "ginástica" de esticar e encolher as perninhas favorece a eliminação dos gases. Fazer massagens, esquentar a barriga do bebê com bolsa de água quente ou com uma fralda quente ajuda a acalmar. Mudá-lo de posição também. Na hora da cólica, os bebês costumam sentir mais conforto quando carregados de barriga para baixo. Como a barriguinha fica pressionada contra o braço do adulto, o efeito é o mesmo da massagem ou da fralda quente. E idem se a mãe deitar o bebê de bruços sobre a sua barriga.
7 - Colocar o bebê para arrotar pode evitar cólicas?
Evita outro desconforto para o bebê, semelhante à cólica, que é a retenção daquele ar deglutido na amamentação. Mas a cólica tem origem na ação intestinal.
8 - A alimentação da mãe tem influência?
Segundo os especialistas, não há estudos científicos que comprovem esse efeito. Como acontece com qualquer pessoa e em qualquer fase da vida, a alimentação deve ser pautada pelo bom senso. A mãe não deve deixar de se alimentar bem por medo de provocar cólicas na criança.
9 - A ansiedade dos pais piora o problema?
Com certeza, pois deixará o bebê mais agitado, tenso, desconfortável. Certa ansiedade, no entanto, é inevitável. Um bebê novo em casa provoca muitas mudanças. Os pais estão conhecendo o filho e aflições e dúvidas são naturais. Ter consciência disso e de que o choro do bebê é o único recurso de comunicação, e não um problema, já é um primeiro passo para aliviar a ansiedade.
10 - O que pode ser feito para manter a tranqüilidade?
Os pais perceberão que a cólica tem horário certo. Assim, a dica é fazer com que o ambiente esteja o mais tranqüilo possível nesse momento. Evitar que muitas pessoas estejam no local e colocar uma música suave pode ajudar a criar um clima mais relaxado. Isso favorece a proximidade com a criança. O aconchego é mais importante para o bebê que qualquer receita milagrosa.

fonte: Revista Crescer

O QUE FAZER E O QUE NÃO FAZER COM SEU FILHO NA HORA DE DORMIR

O sono pode ser um assunto complicado para toda a família. As crianças não querem se separar de seus pais no fim do dia, estão a todo vapor e não querem interromper a diversão. É possível também que tenham medo de ficar sozinhas no escuro.
Pais que têm dormido pouco podem estar ansiosos por uma oportunidade de dormir ou até mesmo de estar um tempo juntos. Mas há muitos pais que gostam de passar mais tempo com seus filhos antes de dormir, pois trabalham o dia todo. A hora de dormir é um momento difícil para os pais também.
Veja como criar rotinas para a hora de dormir:

SIM: Pense muito bem ao escolher uma rotina Tenha em mente que nem todas as rotinas irão passar no teste do tempo. Assim que a atividade se fixar na mente de seu filho, ele começará a esperar por esse momento. Esteja convicta de sua escolha para que não se arrependa mais tarde. Aqui estão algumas boas rotinas, testadas a aprovadas. Você pode escolher: - Um banho morno, seguido por alguns minutos de aconchego no pijaminha. - Uma história ou uma música relaxante. - Uma música favorita cantada pelos pais ou por toda a família. Colocar a criança na cama junto com seu brinquedo ou paninho favorito e cobri-la. Um leve carinho nas costas.
SIM: Seja coerente Seja firme na hora de dormir e mantenha uma seqüência previsível de acontecimentos. Nunca mande a criança ir para a cama no exato momento de dormir, avise antes para que ela não relute depois. Não se esqueça de que a rotina deve ser executada onde elas dormem.
SIM: Faça uma atividade tranqüila Não estimule demais seu filho antes de dormir. Se for um bebê, retire todos os bichos de pelúcia do berço e dê o que ele mais gosta para acalmá-lo. A retirada dos brinquedos sinaliza que é hora de ficar quietinho. Se for uma criança mais velha, nada de discussões ou televisão antes de dormir.
NÃO: Deixe a rotina tornar-se muito elaborada Com um bebê de 10 meses, o tempo para a atividade será curto. Para uma criança que já anda ou em idade pré-escolar o tempo adequado é de 15 a 30 minutos. Se ultrapassar 30 minutos já é demais.
NÃO: Deixe a luz acesa É importante que o bebê aprenda a distinguir o dia da noite, e que a noite foi feita para dormir. Se ele acordar e estiver escuro, saberá que ainda não é hora de levantar. Não deixe uma luz muito forte acesa, pois poderá confundi-lo. Pode-se utilizar uma iluminação bem leve, “de chão”.
NÃO: Leve seu bebê para a cama com a mamadeira É verdade que mamar ajuda a tranqüilizar o bebê, mas tomar leite ou suco durante a noite pode causar cáries e, além disso, beber enquanto está deitado pode provocar aspiração do conteúdo líquido. Se seu filho estiver acostumado a dormir com uma mamadeira na boca, será difícil para ele pegar no sono novamente quando acordar durante a noite e não encontrar a mamadeira ou se ela estiver vazia.
SIM: Seja flexível Quando uma criança estiver doente ou estressada, não há nenhum problema em ser flexível na hora de dormir. Mas não abra mão da rotina toda. Por exemplo, você poderá ler mais uma história, mas não a deixe grudada na televisão.
NÃO: Comece a usar alimentos sólidos para ajudar o bebê a dormir Alguns pais acreditam que seus bebês acordam freqüentemente porque não se satisfazem com a dieta líquida. Mas o leite materno ou a fórmula são o alimento ideal para os bebês nos primeiros seis meses de vida. Os alimentos sólidos não ajudam a criança a dormir à noite, por isso, a menos que o pediatra recomende, não os introduza antes de seu filho completar seis meses de idade.
SIM: Dedique-lhe toda a sua atenção na hora de dormir A hora de dormir deve ser um momento especial para vocês. Não mude a rotina quando estiver preocupada com outra coisa. Concentre-se no bebê quando estiver acariciando, banhando ou lendo uma história. Vocês dois ficarão mais felizes.

(Fonte: Instituto Pampers)

O BANHO DO BEBÊ

O bebê pode tomar banho desde o primeiro dia de vida e o banho deve ser diário. Antes do banho lave bem as mãos a bacia ou a banheira do bebê com água tratada e na temperatura do corpo do bebê (água morna)
• Use sabonete neutro e evite xampus, talcos e loções perfumadas;
• Cuidado para não deixar entrar água nos ouvidos do bebê
• Após o banho do bebê seque bem o umbigo com uma fralda limpa e não cubra com pano, gaze ou esparadrapo. Deixe-o sempre descoberto permitindo que ele seque e caia sem problemas.
O umbigo do bebê seca e cai entre 7 e 15 dias. caso haja sangramento ou pus com mau cheiro no umbigo procure a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa.

(Fonte: Ministério da Saúde)